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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Mulheres Assassinas #1



Mary Ann Cotton




 Casada por três vezes e mãe de doze filhos, ela perdeu sua família para uma enfermidade que, ora fora diagnosticada como “febre gástrica”, ora como “doença intestinal”. Mary Ann casara-se aos 20 anos com William Mowbray, e dele tivera cerca de oito descendentes. Contudo, as crianças faleceriam muito cedo da suposta crise, incluído o marido desta (em 1865). Em seguida, ela contraíra novas bodas com George Ward, que também faleceria do mesmo mal. A imprensa, contudo, estranhou a semelhança da causa das mortes, e passou a investigar o passado daquela senhora. Enquanto isso, ela seguia sua existência “tranquila”, usufruindo da pensão que lhe havia sido concedida, até que a vida dela fora exposta pelas autoridades: não apenas seus maridos e filhos haviam padecido de febre gástrica, como também sua mãe, um amigo e mesmo um amante. Resultado: ela fora julgada e declarada culpada por todos os crimes, e sentenciada a ser enforcada lentamente. De acordo com as conclusões da perícia, ela teria envenenado a própria família.


domingo, 30 de junho de 2013

O Assassino da rua 23

Era uma noite fria durante o inverno de 1834. As notícias repentinas de haver um assassino vagando por este bairro faziam meu estômago embrulhar ao me lembrar de Clarisse, pois as vitimas eram sempre mulheres ricas, jovens e atraentes, assim como minha linda Clarisse.

O vento bateu forte em meu rosto, me obrigando a segurar meu chapéu coco para impedir que voasse, enquanto caminhava em direção á casa dela, como me acostumei a fazer toda noite desde que decidimos nos casar a pouco menos de um mês.

– Clarisse, estou dizendo, você deveria ficar em casa. Pelo menos até a polícia encontrar este assassino. – Disse á ela enquanto ela enchia minha xícara com chá.

– Não seja bobo. Sabe que minha tia precisa de mim. Está em seus últimos dias. Além disso, deveria se preocupar mais com você. Já não lhe disse para não andar desacompanhado?

Eu sofria de narcolepsia. Não eram raras as ocasiões em que cochilava durante o dia, tendo todo o meu corpo paralisado e indefeso. Estava acostumado á isso desde criança e já nem me importava se ficasse inconsciente a qualquer hora do dia. Não podia evitar.

– Clarisse... as vítimas são mulheres. Faça isso, por favor.

– Não vou me trancar em casa por causa de um assassino. Tenho certeza de que a polícia irá cuidar disso antes que mais alguém saia ferido.

Ferir, ela dizia como se fosse o pior que pudesse acontecer, quando na verdade todas as vítimas eram brutalmente assassinadas. Suspirei enquanto pegava meu chapéu e meu casaco, sabendo que nada a faria mudar de idéia.

– Venha jantar aqui amanhã. Vou pedir para que façam seu prato preferido. – Ela disse quando sai pela porta, acenando para mim.

Em algum momento da volta, eu sabia que minha visão estava começando a embaçar, senti meus membros pesados e sei que me escorei em um muro e dormi. Era tarde e meu sono se intensificava por causa de minha doença. Tive um sonho inquieto, intensificado por meu medo de perder Clarisse, ouvi gritos e vultos estranhos, acordando assustado ao imaginar sua imagem ensangüentada.

Não sei como cheguei em minha própria casa, pois ao acordar em minha cama não me lembrava de como havia chegado ali. Talvez fosse algum outro sintoma da doença, eu não podia saber, mas quase sempre quando eu acordava, me via em algum lugar diferente do qual eu estava ao dormir. Era um incômodo, tenho que dizer, as pessoas se afastavam de mim por isso, como se fosse algo contagioso. Em várias oportunidades tive ajuda de conhecidos que me traziam até a presença de algum familiar, mas com o tempo, até estes se afastaram. Mas Clarisse jamais se deixara afetar por meus problemas de saúde e sempre esteve comigo, mesmo quando ainda éramos criança.

Sabia que ela era a pessoa certa e não havia nada que eu não faria por ela.

E por isso me preocupei ao ler os jornais no dia seguinte ao descobrir que mais alguém havia sido vítima do sanguinário assassino da Rua 23, como passou a ser conhecido.

A rua que dera nome á ele era justamente aquela que Clarisse morava.

A pobre mulher foi encontrada morta, esquartejada em um beco e os pedaços haviam sido abandonados ali mesmo, para quem quisesse ver. Saber que eu havia estado naquela rua, naquela noite, e poderia ter cruzado com o assassino era o pior para mim. Podia ter sido Clarisse. O que eu faria sem ela?

Preocupado, sai de casa, disposto a convencê-la a morar comigo, pelo menos até que os crimes terminassem. Pouco me importava o que fossem achar se uma mulher solteira fosse morar com um homem sem terem se casado.

Embora quisesse encontrá-la, sabia que não estaria em casa tão cedo então me contive até que anoitecesse e desse o horário do jantar.

Estava tão frio que comecei a sentir meus dedos formigarem. O vento batia nas folhas das velhas árvores da rua com seu assobio choroso, dando certo ar lúgubre á paisagem. Olhei em volta, encarando aqueles que passavam por mim e imaginando qual deles poderia ser o assassino. O toque de recolher não me permitiria demorar muito mais se quisesse ter tempo para convencer Clarisse a morar comigo. Era preciso apertar o passo.

– Você se preocupa demais. Está tarde para sair perambulando pela rua cheia de malas. Estou segura em casa.

Eu a encarava seu rosto por cima do vaso de flores na mesa. Ela se manteve calma durante todo o jantar e nada do que eu dissesse parecia fazê-la mudar de opinião.

– Morando sozinha? Clarisse! Por que tem que ser tão cabeça dura? Venha comigo por hoje e amanhã voltamos para buscar suas coisas.

– Estou tão cansada... Se estiver tão preocupado, por que não fica aqui esta noite? – Ela inclinou a cabeça e deu um meio sorriso para mim. – Estarei segura com você.

Eu não podia deixá-la sozinha. Não parecia certo. Iria então velar seu sono e impedir que qualquer mal á atingisse. Era a única solução.

Sentei-me em uma poltrona em seu quarto, abusando da intimidade que nós ainda não devíamos ter. Observei enquanto ela se deitava e se virava para mim, sorrindo e murmurando boa noite ao se cobrir.

A noite avançava e sua escuridão forçava meus limites. Não iria resistir por muito tempo ao sono, sabia que a qualquer momento poderia ficar inconsciente tendo em vista o mal que me afligia.

Pensamentos de morte inundavam meu cérebro, me mantendo acordado por alguns instantes. Porém, no momento em que consegui raciocinar direito sem me deixar levar por sentimentalismos, percebi que não era mesmo necessário me manter acordado. Eu estava sendo um bobo super protetor, é claro, o assassino só atacava mulheres que andavam noite afora, não senhoras seguras em suas próprias casas. Eu havia me deixado levar pelo medo, pois ele não era um invasor, apenas um sanguinário sem escrúpulos. 

Clarisse estava deitada. A luz do luar que entrava pela janela iluminava seus cabelos loiros caídos no rosto, enquanto sua mão pousada sobre o corpo suavemente acompanhava o ritmo de sua respiração lenta de quem já sonha. Eu a olhei com ternura, momentos antes de fechar meus olhos ao perceber que a sensação de dormência causada por meu sono anormal estava começando a me atingir e relaxei na poltrona, sorrindo ao perceber que ela estava segura.

Ainda estava escuro quando meus olhos se abriram. Ao meu lado jazia Clarisse, ainda dormindo. De alguma forma eu havia me movido até sua cama e me sentado ao seu lado. Mas algo estava diferente. A posição de seu corpo não parecia natural. Ouvi ruídos de passos e ao olhar para frente, havia um homem parado na porta e o coro de uma multidão revoltosa soava pela janela entreaberta. Meus extintos despertaram para um possível suspeito de assassinato fugindo e adentrando na primeira residência que encontrasse.

Eu poderia defendê-la. Lembrava-me de ter visto uma faca na cômoda perto da cama.

Ele caminhou até a janela em passos rápidos e bruscamente puxou as cortinas permitindo que toda a luz da lua entrasse no aposento e em seguida se virou, mostrando seu rosto. Eu assistia aquilo sem saber o que deveria fazer ao me deparar com o próprio Chefe da Polícia.

– O que foi que você fez? – Ele perguntou se dirigindo á mim. – O que foi que você fez? – Ele repetiu mais uma vez.

Olhei-o sem entender o que queria dizer, por mais que gesticulasse com as mãos e me olhasse incrédulo. Vendo minha reação, ele caminhou até mim, furioso, me obrigando a buscar a faca na cômoda para o caso de algo sair do controle.

Mas ela não estava lá. Olhei para Clarisse e seus cabelos loiros estavam manchados de vermelho, que também se espalhava por toda a cama. Estava morta ao meu lado, inerte. Sua respiração havia cessado para sempre, porém seu coração ainda forçava o líquido escarlate para fora do corpo, jorrando sobre a cama. Seus olhos me encaravam abertos e apavorados numa expressão de dor e traição que eu jamais poderei me esquecer.

Não se tratava mais de um caso de narcolepsia, eu logo percebi ao despertar neste cenário. Era um caso de dupla-personalidade em que todo o mal que havia sido acumulado em meu ser havia despertado, de uma forma que eu jamais poderia ter imaginado nem em meus piores pesadelos. Encarei a faca, que ainda segurava em uma das mãos, horrorizado ao perceber os fatos e enterrei-a em meu peito.


A Carta Para Marilyn Manson

É fato bem conhecido que Marilyn Manson criou seu nome artístico com uma combinação de Marilyn Monroe, famosa atriz, e Charles Manson, assassino em série condenado à prisão perpétua nos Estados Unidos. Estes dois nomes foram escolhidos pelo músico por ele achar que o par eram os dois maiores ícones dos anos 1960. Aparentemente o ícone do Rock é bem infame até na opinião de Charles Manson, como visto na carta que vazou na Internet.
Parece que o nome Manson completou o cerco de um polêmico personagem para outro. Por mais que Charles Manson pareça ter sérios problemas mentais, o notório símbolo cult é uma das figuras públicas mais citadas da história recente. Alguns até acharam um profundo significado em sua filosofia ATWA, um mandado ecológico para o ar, árvores, água e animais (Air, Trees, Water, Animals), e/ou Todas as coisas vivas (all the way alive).
É decisão do leitor se esta carta escrita a mão para Marilyn Manson contém ou não alguma pérola de sabedoria, mas ainda assim é uma leitura interessante e bizarra.
Segue a transcrição da quase ininteligível carta, em inglês. A tradução é quase impossível, mas está a seguir:
“To Marilyn Manson
It’s taken me a long time to get there from where I could touch M. Manson. Now I got a card to play – you may look into my non-profit, ATWA, and give Manson what you think he’s got coming for Air, Trees, Water, and you. Or I will pay Manson what you think Manson got coming – the music has make Manson into Abraxas Devil, and I’m SURE you would want some of what I got from what I got. It’s a far out balance. Beyond good and bad, right, wrong. What you don’t do is what I will do – what you did a sing-along, and let it roll and said how you saved me a lot of steps – I don’t need, it’s not a need or a want. Couped – coup. Ghost dancers slay together and you’re just in my grave Sunstroker Corona-coronas-coronae – you seen me from under with it all standing on me. That’s 2 dump trucks – doing the same as CMF 000007
Charles Manson”
“Para Marilyn Manson,
Levou muito tempo para chegar aonde eu possa atingir M. Manson. Agora eu tenho uma proposta – veja a minha não lucrativa ATWA e dê a Manson o que acha que deve receber por Ar, Árvores, Água e você. Ou eu pagarei pelo que ele fez – a música que transformou Manson no Diabo de Abraxas, eu tenho CERTEZA que você vai querer um pouco daquilo que tenho para você. Isso está longe de ser equilibrado. Está além de bom e mau, certo, errado. O que você não faz é o que eu farei - o que você cantou junto, deixou acontecer e disse ter me ajudado em vários pontos. Eu não preciso, não é necessário e nem quero. Jogando – jogar. Dançarinos fantasmas matam juntos e você apenas está no meu túmulo. "Corona-coronas-coronae" – você me viu do lado de baixo, com tudo sobre mim. São dois caminhões de lixo, fazendo o mesmo que CMF 000007.
Charles Manson”.
Marilyn Manson não respondeu à carta e também não há notícias se ele ao menos a leu.
Imagem


Fonte: Em 21/09/2012 | Marilyn Manson: cantor recebe carta de assassino http://whiplash.net/materias/news_835/163666-marilynmanson.html#ixzz2XjXAEJjs


John List

John List 1

Nascido em uma família religiosa e super protetora, John Emil List viveu sua infância no fim da década de 20. Sua mãe não o deixava ir a rua brincar, temendo que ele se sujasse ou mesmo se machucasse. O menino lia a Bíblia todos os dias com ela e era mal tratado pelo pai.

John participou da Segunda Guerra Mundial, porém jamais foi a luta realmente, nessa mesma época seu pai faleceu, porém ele se quer derramou uma lágrima.

Após se formar na faculdade, List conhece Helena uma mãe viúva, mas apesar disso ele gostou dela de verdade e os dois acabaram por se casar logo. Rapidamente conseguiram uma boa vida e graças ao ótimo emprego de John, puderam comprar uma bela casa e manter os três filhos que tiveram de maneira bastante estável.



Contudo a boa vida não durou muito e John foi demitido, dessa maneira começou a se endividar, sem nunca conseguir se manter em um empregou ou ganhar tão bem quanto ganhava. Em pouco tempo a família estava totalmente endividada e mal conseguia pôr o que comer na mesa.



Com essa situação John começou mentir, saindo de casa todos os dias como se fosse trabalhar, mas passava o tempo todo em uma estação de trem, pois tinha vergonha de sua família. Vendo isso, John resolveu bolar um plano para mudar de vida, mas para isso certas coisas tinham de serem feitas…

Anatomia de um assassinato



O ano era 1971, o dia era 5 de novembro, quando John, sentou com seus filhos na mesa da cozinha e perguntou a eles, como se fosse algo bastante comum:

- Quando morrerem, preferem ser cremados ou enterrados?

A resposta das crianças foi que preferiam serem enterrados. Sem mais nada para dizer, List levantou-se e saiu de casa.

Quatro dias após, John acordou e sentou-se a mesa para tomar café com sua família. Parecia ser uma manhã normal, os filhos dele saíram antes das oito para escola, ficando na casa apenas ele, sua esposa e sua mãe, uma senhora de 84 anos.



Calmamente John foi até sua garagem, onde ele guardava uma 22 e uma pistola 9mm, armas que trouxera da guerra. Com grande habilidade ele as checou e as deixou preparadas. Caminhando lentamente, sem fazer nenhum barulho, chegou bem próximo à cadeira de sua esposa e ergueu vagarosamente o braço que carregava a arma.

Quando a arma estava apontada para a cabeça de sua mulher, John puxou o gatilho e pedaços do cérebro de Helena se espalharam sobre a mesa e o pão, criando uma cena horrível e sanguinária.

Como se nada estivesse acontecendo, John andou até o lugar onde estava sua mãe, olhou a velha nos olhos e mirou sua arma, bem no meio do rosto da coitada, que tremia e implorava por sua vida. Mas ele estava decidido e num impulso macabro disparou à arma, acertando o olho esquerdo a mulher, que caiu morta.



List rapidamente pegou panos, água e alguns produtos de limpeza e arrumou toda a casa, deixando-a limpa e apagando todas as evidências do crime macabro que cometera. E ainda achou tempo para deixar um bilhete que dizia: “Minha mão é muita pesada, então a deixei no closet.”

Depois disso, John saiu de casa com sua melhor roupa para resolver algumas coisas, sacou dinheiro, passou na escola das crianças para avisar que eles não iriam por uns tempos. Quando chega a casa, ele comeu alguma coisa, limpou a louça e sentou, esperando suas próximas vítimas.

Os primeiros a chegarem em casa são Patricia e Frederick, 16 e 13 anos respectivamente. Tudo aparentava estar normal e os dois sentaram-se para comer, porém mal sabiam que era sua última refeição da vida.

Antes que os dois percebessem, John se aproximou por suas costas e disparou sua arma, matando um de cada vez, mas de maneira bastante rápida e eficiente. Agora só faltava o um filho, o último que teria o cérebro espalhado pela casa com uma bala na cabeça.



Quando John Jr. entrou, List esperou ele sentar-se, pois queria fazer a mesma jogada contra ele, porém dessa vez o rapaz reagiu e os dois brigaram, contudo no fim o pai venceu e de raiva, disparou dez vezes contra o menino no chão.

Após isso, ele vai ao quarto e passa mal, vomitando por todo o chão, mas logo se recupera, escreve uma carta contando tudo e dizendo que Deus o perdoaria, pois tinha feito à coisa certa naquele momento.



Depois disso John sumiu e a Polícia jamais encontrou nenhuma pista dele, apenas um caixa de correspondência onde ele recebia pornografia e coisas do gênero. Com o tempo ele tornou-se apenas uma memória macabra na vida da pacata cidade, que havia ficado dez anos sem ver um crime de homicídio e agora convivia com um assassinato diabólico.

Assassino encurralado



Dezoito anos se passaram, sem jamais John List ser encontrado, tanto que seu caso foi fechado e a Polícia nem pensava mais nisso. Porém o programa America’s Most Wanted (mais ou menos um Linha Direta americano) resolveu apresentar o caso certo dia.

Para isso pediram que um artista, junto com o uso de tecnologia, fizesse um busto do procurado, como ele estaria na data do programa, afinal as fotos eram velhas, o que iria dificultar a identificação. Para sorte, o busto ficou perfeito e rapidamente centenas de pessoas ligaram denunciando o assassino:

John List a esquerda, busto a direita



John foi preso, sobre o nome de Robert Peter Clark, como era chamado por sua nova esposa, que o defendeu dizendo ser um homem decente e crente na lei de Deus. Ele até tentou negar tudo, mas depois de um tempo confessou as mortes e foi julgado pegando cinco perpétuas, uma por cada morte.

Ele morreu em 2008 na prisão e foi enterrado ao lado da mãe que matara. Antes de sua morte, John alegou que matou a mãe, pois havia prometido ao seu pai que cuidaria dela até seu fim e não a deixaria sofrer…

Fonte: Mini Lua


Família Buckley

                   

Resultado de imagem para família Buckley Essa é a família Buckley. Os nomes das crianças eram Susan e John. Como uma brincadeira de Halloween, todas crianças da vizinhança iam pegar um manequim e fingir que iam arrancar sua cabeça. Os jovens Buckley pensaram que seria mais divertido se realmente viessem a matar sua mãe, então quando as crianças andassem até a porta deles, eles tinham um machado e abateriam-na. Uma vez que todos perceberam o que eles tinham realmente feito, foi chamada a polícia, mas as crianças já tinham sumido então. A única foto deles foi essa, tirada como travessura. O corpo da mãe foi encontrada depois comida pela metade.


terça-feira, 24 de julho de 2012

Ilse Koch, a cadela de Buchenwald

Ilse Koch nasceu em 1906. Começou a carreira como secretária em Dresden até que foi promovida a guarda feminina no campo de concentração de Sachsenhausen ,perto de Berlim, aberto em 1936. Lá ela conheceu Karl Otto Koch, um oficial da SS que era comandante em Sachsenhausen . Em maio 1937, Ilse casou-se com Otto Koch, cuja a primeira união havia falhado. Quando Koch foi transferido a Buchenwald para ser primeiro comandante em agosto 1937, ela o acompanhou. 

A "Cadela de Buchenwald", como ficou conhecida Ilse Koch, gostava de cavalgar pelo campo de concentração onde escolhia prisioneiros que a desagradavam para serem chicoteados por ela e por soldados da SS. Mas sua fama cresceu por fazer abajures e luvas com a pele tatuada de prisioneiros especialmente assassinados para esse fim em Buchenwald.

Uma testemunha no julgamento de Nuremberg contou que "Os produtos concluídos (peles tatuadas arrancadas dos corpos) eram trazidos para a esposa de (Karl) Koch, que fazia abajures e outros ornamentos para a casa com as peles".


As atrocidades duraram anos, até que em Agosto de 1943 Karl Koch foi capturado pela Gestapo, acusado de corrupção. Foi considerado culpado e executado em Abril de 1945.

Após a guerra, Ilse Koch não tentou se esconder e depois que os prisioneiros livres contaram suas histórias sobre seu comportamento às forças armadas americanas, foi fácil derruba-la e prendê-la como uma criminosa da guerra. Foi acusada de participar "de um projeto comum" para violar as leis de guerra, mas a acusação específica era o terrível crime de selecionar prisioneiros de Buchenwald para serem mortos por seu amante , Dr. Waldemar Hoven, a fim ter os abajures feitos de pele tatuada.

Três partes de pele tatuada e uma cabeça encolhida foram exibidas na corte em Dachau como a evidência dos crimes cometidos pela equipe de funcionários em Buchenwald. A fotografia do Dr. Kurte Sitte mostra as três partes de pele tatuada, encontradas no departamento do patologia em Buchenwald.

A investigação durou oito meses e em 1947 Ilse Koch foi condenada a prisão perpétua. Após ter permanecido dois anos na prisão, o general Lucius D. Argila, controlador militar da zona americana na Alemanha, solicitou sua libertação. Devido sua condenação internacional, Koch foi presa novamente em janeiro de 1951. Foi condenada novamente a prisão perpétua.

Ilse Koch cometeu suicídio na prisão de Aibach, em 1 de setembro de 1967


terça-feira, 17 de julho de 2012

barbie versão assasina











imagina ter uma dessas em casa ?
fonte: terror 666


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